JESUS REGRESSARA

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JESUS REGRESSARÁ

(Lembra-te) quando os anjos disseram: “Ó Maria! Na verdade, Allah dá-te boas
novas de uma Palavra Sua: O seu nome será Messias, Jesus, filho de Maria,
İlustre neste mundo e no outro, e um dos mais próximos (de Allah)”
(Surah 4, Al’Imran:45)


 

O ENGANO DA EVOLUÇÃO

Todo o pormenor neste universo aponta para uma criação superior. Em contraste, o materialismo, que procura negar o facto de criação no universo, nada é senão um sofisma não científico.

Uma vez invalidado o materialismo, todas as outras teorias baseadas nesta filosofia são desprovidas de fundamento. A principal delas é o Darwinismo, isto é, a teoria da evolução. Esta teoria, que argumenta que a vida se originou a partir de matéria inanimada por meio de coincidências, foi demolida com o reconhecimento de que o universo foi criado por Allah. O astrofisico americano Hugh Ross explica isto da seguinte forma:

O Ateísmo, o Darwinismo e, na prática, todos os “ismos” que emanaram das filosofias dos séculos dezoito ao vinte, edificaram-se tendo por base a suposição, a suposição incorrecta, de que o universo é infinito. A singularidade colocou-nos face a face com a causa ─ ou o causador ─ além /por detrás/anterior ao universo e a tudo o que ele contém, incluindo a própria vida. 9

Foi Allah Quem criou o universo e Quem o determinou até ao mais ínfimo pormenor. Consequentemente, é impossível à teoria da evolução, a qual afirma que os seres humanos não foram criados por Allah, mas que são o produto de coincidências,ser verdadeira.

Não é, assim, surpreendente que, quando olhamos para a teoria da evolução, constatemos que esta teoria é denunciada por descobertas científicas. O esboço da vida é extremamente complexo e impressionante. No mundo inanimado, por exemplo, podemos examinar o quão sensíveis são as balanças que firmam-se em átomos e mais distante, no mundo animado, podemos observar em que esboços complexos estes átomos foram reunidos, e quão extraordinários são os mecanismos e as estruturas tais como proteínas, enzimas e células, que com eles são manufacturados.

Este extraordinário esboço da vida invalidou  o Darwinismo no fim do século vinte.

Temos tratado deste assunto com grande pormenor em alguns dos nossos estudos, e continuaremos a fazê-lo. Contudo, pensamos que, considerando a sua importância, será útil fazer também aqui um pequeno resumo.

 

O Colapso Científico do Darwinismo

Embora uma doutrina retroceda até à antiga Grécia, a teoria da evolução avançou intensivamente no século 19. O acontecimento mais importante, que fez desta teoria o principal tópico do mundo da ciência, foi o livro de Charles Darwin intitulado “A Origem das Espécies” publicado em 1859. Neste livro, Darwin negou que as diferentes espécies vivas à face da terra foram criadas, separadamente, por Allah. Segundo Darwin, todos os seres vivos têm um antepassado comum e diversificaram uns dos outros através do tempo por meio de pequenas mudanças.

A teoria de Darwin não se baseava em qualquer descoberta científica concreta; como também ele o aceitou, era apenas uma “suposição.” Além disso, como Darwin confessou no longo capítulo do seu livro intitulado “Dificuldades da Teoria”, a teoria fracassava face a muitas questões críticas.

Darwin investiu todas as suas esperanças em novas descobertas científicas, as quais esperava que resolvessem as “Dificuldades da Teoria”. Contudo, e contrariamente às suas exceptativas, as descobertas científicas expandiram as dimensões destas dificuldades.

A derrota do Darwinismo face à ciência pode ser revista sob três tópicos básicos:

  1. De modo algum a teoria pode explicar como se originou a vida sobre a terra;
  2. Não existe qualquer descoberta científica que mostre que os “mecanismos evolutivos” propostos pela teoria tenham de todo poder algum para se desenvolverem;
  3. O testemunho de fósseis prova completamente o contrário das sugestões da teoria da evolução.

Nesta secção, examinaremos estes três pontos básicos em linhas gerais.

 

O Primeiro Passo Insuperável:
A Origem da Vida

A teoria da evolução defende que todas as espécies vivas desenvolveram-se a partir de uma única célula vida que surgiu na terra primitiva há 3,8 biliões de anos. Como uma única célula conseguiu gerar milhões de espécies vivas complexas e, se qualquer evolução realmente aconteceu, porque traços disso não podem ser observados no testemunho de fósseis, são algumas das questões ás quais a teoria não consegue responder. Contudo, em primeiro lugar, ao primeiro passo do alegado extraordinário processo, há que inquirir: Como foi que esta “primeira célula” se originou?

Uma vez que a teoria da evolução nega a criação e não aceita qualquer tipo de intervenção sobrenatural, mantém que a “primeira célula” se originou coincidentemente dentro das leis da natureza, sem qualquer esboço, plano ou combinação. Segundo esta teoria, a matéria inanimada deve ter produzido uma célula viva como resultado de coincidências. Isto, contudo é uma reivindicação inconsistente até mesmo com as mais inexpugnáveis regras da biologia.

 

“A Vida Vem da Vida”   

No seu livro, Darwin nunca se referiu à origem da vida. O entendimento rudimentar da ciência da sua época baseava-se na seposição de que os seres vivos tinham uma estrutura muito simples. Desde tempos medievais, que a geração espontânea, teoria que afirma que materiais não vivos se reúnem para formar organismos vivos,, tinha sido amplamente aceite. De um modo geral acreditava-se que os insectos se originavam de restos de comida, e os ratos a partir do trigo. Experiências interessantes executadas para provar esta teoria. Colocou-se algum trigo numa peça de roupa suja, acreditando-se que, algum tempo depois, os ratos se originariam a partir dela.

De modo idêntico, os vermes que se desenvolvem na carne eram tidos como prova da geração espontânea. Contudo, muito pouco tempo depois, compreendeu-se que os vermes não aparecem na carne espontaneamente, mas que aí são depositados por moscas, sob a forma de larvas invisíveis a olho nu.

Mesmo no período em que Darwin escreveu “A Origem das Espécies”, a crença de que as bactérias podem surgir a partir de matéria não viva, era amplamente aceite no mundo da ciência.

Contudo, cinco anos após o livro de Darwin ter sido publicado, a descoberta de Louis Pasteur refutou esta crença a qual constituía a fundação da evolução. Pasteur resumiu assim a conclusão por ele alcançada, após estudos e experiências demoradas: “A afirmação de que a matéria inanimada pode originar vira está para sempre enterrada na história.”  10

Defensores da teoria da evolução resistiram imenso tempo ás descobertas de Pasteur. Contudo, enquanto o desenvolvimento da ciência descortinava a complexa estrutura celular de um ser vivo, a ideia de que a vida pudesse ter surgido coincidentemente enfrentava igualmente um grande impasse.

 

Esforços Inconcludentes no Século 20

O primeiro evolucionista que no século XX levantou a questão da origem da vida, foi o renomeado biólogo russo, Alexander Oparin. Com várias teses por ele apresentadas nos anos 1930, tentou provar que a célula de um ser vivo pode originar-se por coincidência. Estes estudos, contudo, estavam condenados a fracassar, e Oparin viu-se forçado a fazer a seguinte confissão:

“Infelizmente, a origem da célula permanece uma questão que é, actualmente, o ponto mais escuro de toda a teoria da evolução”. 11

Os seguidores evolucionistas de Oparin tentaram prosseguir com as experiências, para assim solucionarem o problema da origem da vida. A mais bem conhecida destas experiências foi conduzida pelo químico americano, Stanley Miller, em 1953. combinando os gases que alegava terem existido na atmosfera da terra primordial numa experiência, e adicionando energia à mistura, Miller sintetizou várias moléculas orgânicas (amino ácidos) presentes na estrutura das proteínas.

Tinham passado apenas alguns anos, quando foi revelado que esta experiência, que fora então apresentada como um importante passo em nome da evolução, não era válida, a atmosfera que tinha sido utilizada na experiência era muito diferente de das reais condições da terra. 12

Após um longo silêncio, Miller confessou que a atmosfera por ele usada era irrealista. 13

Todos os esforços evolucionistas empreendidos durente o século XX com o objectivo de explicar a origem da vida, acabaram por fracassar. O geoquimíco Jeggrey Bada, do San Diego Scripps Institute, reconhece este facto num artigo publicado na revista Earth, em 1998:

“Hoje, enquanto deixamos o século vinte, continuamos a enfrentar a maior problema não solucionado que tínhamos quando entrámos no século vinte: Como é que a vida se originou na Terra?” 14

 

A Estrutura Complexa da Vida

O principal motivo pelo qual a teoria da evolução terminou num tão grande impasse relativamente à origem da vida é o de que, até mesmo os organismos vivos tidos como mais simples, possuem uma estrutura incrivelmente complexa. A célula de um ser vivo é mais complexa do que todos os produtos tecnológicos produzidos pelo Homem. Actualmente, mesmo nos laboratórios mais desenvolvidos do mundo, é impossível produzir uma célula viva reunindo materiais inorgânicos.

As condições exigidas para a formação de uma célula são demasiado grandes, para serem explicadas de forma satisfatória por coincidências. A probabilidade de proteínas, as unidades constitutivas da célula, serem sintetizadas coincidentemente, é de um 1 em 10950 para proteína média constituída por 500 amino ácidos. Em matemática, uma probabilidade inferior a 1 sobre 1050 é considerada como sendo praticamente impossível.

A molécula do DNA, a qual se encontra localizada no núcleo da célula e que armazena a informação genética, é um banco de dados inacreditável. Calcula-se que se se registasse a informação codificada no DNA, isto originaria uma biblioteca gigantesca composta por 900 volumes de enciclopédias de 500 páginas cada.

Surge, neste ponto, um dilema muito interessante: o DNA consegue apenas replicar-se com a ajuda de algumas proteínas especializadas (enzimas). Contudo, a síntese destas enzimas pode apenas ser realizada pela informação codificada no ADN. Como ambos dependem um do outro, têm que existir ao mesmo tempo para a replicação. Isto dá a ideia de que a origem da vida por si mesma caminha para uma encruzilhada. O Professor Leslie Orgel, um reputado evolucionista da Universidade de San Diego, Califórnia, confessa este facto em Setembro de 1994, quando questionado pela revista Scientific American:

“É altamente improvável que as proteínas e os ácidos núcleicos, ambos estruturalmente complexos, apareçam espontaneamente no mesmo local ao mesmo tempo. No entanto, a existência de um sem o outro parece impossível. E assim, num primeiro olhar, podemos ter de concluir que a vida nunca poderia, de facto, ter sido originada por meios quimicos. 15

Sem dúvida alguma, se é impossível à vida ter-se originado a partir de causas naturais, então tem que se aceitar que a vida foi “criada” de uma forma sobrenatural. Este facto invalida explicitamente a teoria da evolução, cujo objectivo principal é negar a criação.

 

Os Mecanismos Imaginários da Evolução

O segundo ponto importante que refuta a teoria de Darwin é o de que, ambos os conceitos propostos pela teoria como “mecanismos evolutivos”, não têm, na realidade, poder evolutivo algum.

Darwin baseou inteiramente a sua alegação da evolução no mecanismo da “selecção natural”. A importância por ele colocada neste mecanismo é evidente no nome do seu livro: A Origem das Espécies, Por Meios da Selecção Natural...

A selecção natural sustenta que os seres vivos mais fortes e que melhor se adaptam às condições naturais dos seus habitats, sobreviverão na luta pela vida. Por exemplo, num rebanho de veados ameaçado pelo ataque de animais selvagens, os mais rápidos sobreviverão. Assim, o rebanho de veados compreenderá indivídous rápidos e fortes. Contudo, de modo inquestionável, este mecanismo não motiva os veados para se desenvolverem e transformarem-se por si mesmos noutras espécies vivas, por exemplo, cavalos.

Deste modo, o mecanismo da selecção natural não tem nenhum poder evolutivo algum. Darwin estava também consciente deste facto e referiu isto no seu livro “A Origem das Espécies”:

“A selecção natural nada pode fazer, até que aconteçam condições favoráveis para a mudança”. 16

 

O Impacto Lamark

Assim, como podem acontecer estas “variações favoráveis”? Darwin tentou responder a esta questão tendo por base o pondo de vista primitivo da ciência da sua época. De acordo com o biólogo Francês Lamarck, o qual viveu antes de Darwin, as criaturas vivas transmitem os traços que adquiriram durante o seu período de vida à geração seguinte e estes traços, acumulando-se de uma geração para a outra causam a formação de novas espécies. Por exemplo, de acordo com Lamarck, as girafas desenvolveram-se a partir de antílopes; enquanto lutavam para comer as folhas das árvores altas, os seus pescoços foram esticando-se de geração para geração.

Darwin forneceu também exemplos similares e, no seu livro “A Origem das Espécies”, por exemplo, disse que alguns ursos, ao deslocarem-se para o mar em busca de comida, transformaram-se em belaias algum tempo depois. 17

Contudo, as leis da hereditariedade descobertas por Mendel e verificadas pela ciência da genética que floresceu no século 20, demoliram totalmente a lenda de que traços adquiridos eram passados a gerações subsequentes. Assim, a selecção natural, como um mecanismo evolutivo, caiu em desgraça.

 

Neo-Darwinismo e Mutações

De modo a encontrar uma solução, os Darwinistas propuseram a “Teoria Sintética Moderna” ou, como é mais conhecida, a Neo-Darwinismo, no final dos anos 1930. O Neo-Darwinismo adiciona as mutações, as quais são distorções formadas nos genes dos seres vivos devido a factores externos, tais como a radiação ou erros de replicação, como a “causa de variações favoráveis” para além das mutações naturais.

Actualmente, o modelo que representa a evolução no mundo é o Neo-Darwinismo. A teoria mantém que milhões de seres vivos presentes na terra, formaram-se como resultado de um processo segundo o qual numerosos órgãos complexos destes organismos, tais como as orelhas, os olhos, os pulmões e as asas, experimentaram “mutações”, isto é, desordens genéticas. Contudo, existe um facto científico claro que questiona totalmente esta teoria. As mutações não levam os seres vivos a desenvolverem-se; pelo contrário, prejudicam-nos sempre.

A razão para isto é muito simples: o DNA possui uma estrutura muito complexa e efeitos aleatórios apenas a podem prejudicar. O geneticista Americano B.G. Ranganathan explica isto da seguinte forma:

“As mutações são pequenas, aleatórias e prejudiciais. Elas raramente acontecem e a melhor possibilidade é a de que serão ineficazes. Estas quatro características das mutações implicam que as mutações não podem conduzir a um desenvolvimento evolutivo. Uma mudança aleatória num organismo altamente especializado ou é ineficaz ou é prejudicial. Uma mudança aleatória num relógio não pode melhorar o relógio. Muito provavelmente irá prejudicá-lo ou, na melhor das hipóteses, será ineficaz. Um tremor de terra não melhora a cidade, trás destruição.” 18

Sem surpresas, exemplo algum de uma mutação útil, isto é, que se note que esta contribua para o desenvolvimento do código genético, foi até agora observada. Todas as mutações mostraram ser prejudiciais. Compreendeu-se que a mutação, a qual é apresentada como um “mecanismo evolutivo” é, actualmente, uma ocorrência genética que prejudica os seres vivos, e que os deixa incapacitados. (O efeito mais comum da mutação nos seres humanos é o cancro). Sem dúvida alguma, um mecanismo destrutivo não pode ser um “mecanismo evolutivo”. A selecção natural, por outro lado, “nada pode fazer por si mesma” como foi também aceite por Darwin. Este facto mostra-nos que não existe nenhum “mecanismo evolutivo” na natureza. Uma vez que nenhum mecanismo evolutivo existe, não pode também ter tido lugar qualquer processo imaginário chamado evolução.

 

O Registo Fóssil : Nenhum Sinal
de Formas Intermediárias

A mais clara evidência de que o cenário sugerido pela teoria da evolução não aconteceu, é registo fóssil.

Segundo a teoria da evolução, todas as espécies vivas surgiram a partir de um antepassado. Com o decurso do tempo, espécies previamente existentes transformaram-se em outras espécies, sendo que todas as espécies apareceram desta forma. De acordo com a teoria, esta transformação prossegue de forma gradual ao longo de milhões de anos.

Tendo sido este o caso, então numerosas espécies intermediárias deveriam ter existido e vivido ao longo deste longo período de transformação.

Por exemplo, no passado, deveriam ter existido indivíduos meio-peixe/meio-réptil, que adquiriram alguns traços répteis em adição aos traços de peixe que possuíam já. Ou deveriam ter existido algumas aves-répteis,as quais adquiriram traços de aves em adição aos traços de répteis que possuíam já. Dado que isto seria numa fase transaccional, deveriam ser seres vivos incapacitados, defeituosos, débeis. Os evolucionistas referem-se a estas criaturas imaginárias, as quais eles acreditam terem vivido on passado, como “formas transaccionais”.

Se tais animais tivessem realmente existido, deveriam existir milhões e até biliões deles em número e variedade. Mais importante, os restos destas estranhas criaturas deveriam estar presentes no registo fóssil. Na A Origem das Espécies Darwin explica:

“Se a minha teoria for verdadeira, inúmeras variedades intermediárias, unindo muito proximamente todas as espécies do mesmo grupo, devem ter, seguramente, existido... Consequentemente, evidências da sua existência anterior podem apenas ser encontradas entre restos fósseis.” 19

 

A Destruição das Esperanças de Darwin

Contudo, embora desde meados do século XIX e por todo o mundo, os evolucionistas tenham levado a cabo esforços tenazes que lhes permitisse encontrar fósseis, nenhumas formas transaccionais foram ainda descobertas. Todas as descobertas de fósseis em escavações mostraram que, contrariamente ás exceptativas dos evolucionistas, a vida apareceu na terra de repente e completamente formada.

Um famoso paleontologista Britânico, Derek V. Ager, admite este facto, apesar de ser um evolucionista:

“O que verificamos é que,  se examinarmos o registo fóssil em detalhe, quer ao nível das ordens ou das espécies, não descobrimos ─ frequentemente ─ qualquer evolução gradual, mas sim a repentina explosão de um grupo em detrimento de um outro.” 20

Isto significa que, no registo fóssil, todas as espécies vivas surgiram repentinamente, completamente formadas, sem quaisquer formas intermediárias pelo meio. Isto é precisamente o oposto às suposições de Darwin. Além disso, é também uma prova muito forte de que os seres vivos foram criados. A única explicação para as espécies vivas surgirem repentinamente e completas em todos os detalhes, sem qualquer antepassado evolutivo, é a de que estas espécies foram criadas. Este facto é também admitido pelo amplamente conhecido biólogo evolucionista Douglas Futuyma:“A criação e a evolução, entre elas, exaustam as explicações possíveis para a origem das coisas vivas. Os organismos ou apareceram na terra completamente desenvolvidos ou não. Se não, têm que se ter desenvolvido a partir de espécies preexistentes por meio de algum processo de modificação. Se apareceram num estado completamente desenvolvido, devem de facto ter sido criados por alguma inteligência omnipotente.” 21

Os fósseis mostram que os seres vivos surgiram completamente desenvolvidos e num perfeito estado sobre a terra. Isso significa que a “origem das espécies” não é, contrariamente à suposição de Darwin, a evolução mas sim a criação.

 

O Conto da Evolução Humana

O assunta com mais frequência levantado pelos defensores da teoria da evolução é o da origem do Homem. Os Darwinistas afirmam que os actuais homens modernos se desenvolveram a partir de alguma espécie de criaturas parecidas com macacos. Durante este alegado processo evolutivo, o qual é suposto ter començado há 4/5 milhões de anos, afirma-se, que existiram algumas “formas transaccionais” entre o homem moderno e os seus antepassados. De acordo com este cenário completamente imaginário, são catalogadas quatro “categorias” básicas:

  1. Austrolopitecus
  2. Homo habilis
  3. Homo erectus
  4. Homo sapiens

Os evolucionistas chamam austrolopitecus ao alegado primeiro antepassado do Homem, parecido com o macaco, o que significa “macaco da Africa do Sul”. Na realidade, estes seres vivos não  são uma velha espécie de macacos que se extinguiu. Pesquisas extensivas feitas a respeito de várias espécies de Austrolopitecus por dois anatomistas mundialmente famosos da Inglaterra e dos EUA, nomeadamente, Lord Solly Zuckerman e o Prof. Charles Oxnard, mostraram que estas pertencem a duas espécies comuns de macacos, que se extinguiram e sem qualquer semelhança com os humanos. 22

Os evolucionistas classificam o estágio seguinte da evolução humana como “homo”, isto é  “homem”. Segundo a  afirmação evolucionista, os seres vivos das séries Homo são mais desenvolvidos do que os Austrolopitecus. Os evolucionistas inventaram um fantástico esquema de evolução, organizando diferentes fósseis destas criaturas numa ordem particular. Este esquema é imaginado porque nunca foi provado que exista uma relação entre estas diferentes classes. Ernst Mayr, um dos principais defensores da teoria da evolução do século XX, admite este facto dizendo que “a corrente alcançada até ao ponto de Homo sapiens está, na realidade, perdida.” 23

Esquematizando a corrente de elos como “Austrolopitecus>Homo habilis>Homo erectus>Homo sapiens”, os evolucionistas indicam que cada uma destas espécies é um antepassado uma da outra. Contudo, descobertas recentes de paleontólogos revelaram que os Austrolopitecus, os Homo habilis e os Homo erectus viveram em diferentes partes do mundo ao mesmo tempo. 24

Além disso, um certo segmento de humanos classificados como Homo erectus sobreviveram até tempos muito modernos. Homo sapiens neandarthalensis e Homo sapiens sapiens (homem moderno) coexistiram na mesma região. 25

Esta situação aparentemente indica a invalidade da afirmação de que eles são antepassados uns dos outros. Um paleontólogo da Universidade de Harvard, Stephen Jay Gould, explica esta encruzilhada da teoria da evolução, embora ele próprio seja um evolucionista:

“No que se tornou a nossa escada se coexistiram três linhagens de homínideos (A.africanus, os robustos austrolopitecus, e H.habilis), nenhuma derivando claramente da outra? Além disso, nenhuma das três exibe quaisquer tendências evolutivas durante o seu período na terra”. 26

Resumidamente, o cenário da evolução humana, o qual procura ser confirmado com a ajuda de vários esboços de algumas criaturas “meio macaco, meio humano”, apareceu nos media e nos livros de curso, isto é, francamente, através de meios de propaganda, não constitui senão um conto sem qualquer fundamento científico.

Lord Solly Zuckerman, um dos mais famosos e respeitados cientistas do Reino Unido, o qual levou a cabo pesquisas a este respeito durante anos, e estudou particularmente os fósseis de Austrolopitecus durante 15 anos, concluiu, finalmente, apesar dele próprio ser um evolucionista, de que não existe, de facto, qualquer família de três ramificações a partir de criaturas como macacos ao Homem.

Zuckerman aleborou também um interessante “espectro da ciência”. Ele formou um espectro das ciências, abrangendo desde aquelas que considerava científicas àquelas que considerava não científicas. De acordo com o espectro de Zuckerman, os campos mais “científicos” da ciência ─ iste é, que dependem de dados concretos ─ são a química e a fisica. A seguir a estes vêm as ciências biológicas e, em seguida, as ciências sociais. No fim do espectro, que é considerado como sendo a parte mais “não científica”, estão “a percepção extrasensorial” ─ conceitos tais como a telepatia e o sexto sentido ─ e, finalmente, a “evolução humana”. Zuckerman explica o seu raciocínio:

“Movemo-nos, assim, precisamente do registo da verdade objectiva para aqueles campos da presumida ciência biológica, como a percepção extrasensorial ou a interpretação da história dos fósseis do Homem, onde para o fiel (evolucionista) quelquer coisa é possível ─ e onde o ardente crente (na evolução) é, por vezes, capaz de acreditar em várias coisas contraditórias ao mesmo tempo. 27

o conto da evolução humana reduz-se a nada senão a interpretações preconceituosas de alguns fósseis descobertos por algumas pessoas, as guais aderiram cegamente à sua teoria.

 

A Tecnologia da Vista e da Audição

Um outro assunto que permanece por responder pela teoria evolutiva é a excelente qualidade da percepção da vista e do ouvido.

Antes de passarmos para o assunto da visão, responderemos de forma breve à questão de  “como vimos”. Raios de luz vindos de um objecto caiem em oposição à retina do olho. Aqui, estes raios de luz são transmitidos em sinais eléctricos por células, e alcançam um cuidadoso ponto na traseira do cérebro, chamado o centro da visão. Estes sinais eléctricos são percebidos no centro do cérebro como uma imagem após uma série de processos. Com este fundo técnico, deixemo-nos pensar.

O cérebro está isolado da luz. Isto significa que o interior do cérebro é escuro, sólido, e a luz não alcança a localização onde o cérebro está situado. O local chamado o centro da visão é um local escuro e sólido, onde luz alguma vez chega; pode até ser o local mais escuro que vós alguma vez tendes conhecido. Contudo, observais um mundo luminoso, claro nesta escuridão.

A imagem formada no olho é tão exacta e distinta, que nem mesmo a tecnologia do séluco XX foi capaz de a atingir. Por exemplo, olhai para o livro que lerdes, as mãos com que o segurais, em seguida elevai a cabeça e olhai em redor. Tendes alguma vez visto uma imagem tão exacta e distinta como esta, em qualquer outro local ? Nem mesmo o mais desenvolvido ecrã de televisão, produzido pelo maior produtor de televisões do mundo, pode proporcionar-vos uma tão nítida imagem. Esta é uma imagem tridimensional, colorida e extremamente nítida. Durante mais de cem anos, milhares de engenheiros tentaram alcançar esta nitidez. Fábricas, premissas gigantescas foram estabelecidas, muita pesquisa foi feita, planos e desenhos foram feitos com este objectivo. De novo, olhai para o ecrã de uma TV e para o livro que segurais nas vossas mãos. Vereis que existe uma grande diferença na nitidez e na distinção. Além disso, o ecrã da TV mostra-vos uma imagem bidimensional, enquanto que com os vossos olhos, vedes uma perspectiva tridimensional que tem profundidade.

Durante muitos anos, centenas de milhares de engenheiros tentaram fabricar uma TV tridimensional, e alcançar a qualidade de visão da vossa vista. Contudo, produziram um sistema televisivo tridimensional, mas não é possível vê-lo sem colocar óculos; além disso, é apenas uma tridimensão artificial. O fundo é mais nublado, a parte mais próxima parece uma armação de papel. Nunca foi possível produzir uma visão nítida e distinta como a do olho. Em ambas, na câmara e na televisão, existe uma perda de qualidade.

Os evolucionistas afirmam que o mecanismo que produz esta imagem nítida e distinta foi formada pelo acaso. Agora, se alguém vos dizer que a televisão da vossa sala foi produzida como resultado do acaso, que todos os seus átomos apenas se reuniram e produziram este invento que produz uma imagem, o que pensaríeis? Como podem átomos fazer o que milhares de pessoas não conseguem fazer?

Se uma invenção que produz uma imagem mais primitiva do que a do olho não pode ter sido formada por acaso, é então muito evidente que o olho e a imagem vista pelo olho não podem ter sido formados por acaso. A mesma situação aplica-se à audição. O ouvido externo apanha os sons livres pela aurícula e dirigi-os para o ouvido médio; o ouvido médio transmite as vibrações de som intensificando-as; o ouvido interno envia estas vibrações ao cérebro traduzindo-as em sinais eléctricos. Precisamente como com a vista, o acto de ouvir termina no centro de audição do cérebro.

A situação no olho é também verdadeira para a audição. Isto é, o cérebro está isolado do som precisamente como está da luz: não deixa qualquer som entrar. Então, não importa quão barulhento é o exterior, o interior do cérebro é completamente silencioso. Não obstante, os sons mais nítidos são percebidos pelo cérebro. No vosso cérebro, o qual está isolado do som, vós ouvis as sinfonias de uma orquestra, e ouvis todos os barulhos de um local abarrotado. Contudo, se o nível de som no vosso cérebro for medido por um aparelho preciso nesse momento, ver-se-ia que prevalece aí um silêncio completo.

Como no caso das imagens, décadas de esforço foram gastos a tentar criar e reproduzir som que seja fiel ao original. Os resultados destes esforços são registos de sons, sistemas de alta fidelidade e sistemas para sentir o som. Não obstante toda esta tecnologia e os milhares de engenheiros e de peritos que têm trabalhado neste esforço, nenhum som foi ainda obtido que tivesse a mesma nitidez e claridade como o som percebido pelo ouvido. Pensai nos sistemas de Hi-Fi de maior qualidade produzidos pela maior companhia da indústria da música. Mesmo nestes aparelhos, quando o som é gravado algum é perdido; ou quando ouvis um Hi-Fi vós sempre ouvis um som de assobio antes da música começar. Contudo, os sons que são os produtos da tecnologia do corpo humano são extremamente nítidos e claros. Um ouvido humano nunca percebe um som acompanhado por um assobio ou com atmosferas como os Hi-Fi; percebe o som exactamente como este é, nítido e claro. E tem sido desta forma desde a criação do Homem.

Até agora, nenhum aparelho visual ou de gravação produzido pelo Homem tem sido tão sensível e bem sucedido em perceber dados sensitivos como o são a vista e a audição.

Contudo, no que respeita ao ver e ao ouvir, um grandioso facto permanece por detrás de tudo isto.

 

A Quem Pertence a Consciência que dentro do
Cérebro Vê e Ouve?

Quem é que vê um mundo aliciante no cérebro, ouve sinfonias e o gorjear dos pássaros, e cheira a rosa?

Os estímulos que vêm dos olhos, ouvidos e nariz de um ser humano viajam para o cérebro como impulsos nervosos electro-quimícos. Nos livros de biologia, fisiologia e de bioquímica, podeis encontrar imensos detalhes a respeito de como estas imagens se formam no cérebro. Contudo, nunca vos aproximareis do facto mais importante a respeito deste assunto. Quem é que percebe estes impulsos nervosos electro-quimícos como imagens, sons, odores e acontecimentos sensoriais no cérebro? Há uma consciência no cérebro que percebe tudo isto sem sentir qualquer necessidade de olhos, ouvidos e nariz. A quem esta consciência pertence? Não existe dúvida alguma de que esta consciência não pertence aos nervos, a camada gordurosa e neurónios que compreendem o cérebro. É por isto que os materialistas Darwinistas, que acreditam que tudo é composto por matéria, não conseguem dar qualquer resposta a estas questões.

Porque esta consciência é o espírito criado por Allah. O espírito não necessita nem do olho para ver as imagens, nem do ouvido para ouvir os sons. Além disso, nem necessita do cérebro para pensar.

Quem quer que leia este facto explícito e científico deve ponderar no Todo-Poderoso Allah, deve receá-Lo e Nele procurar refúgio, Ele Quem comprime todo o universo num local escuro de alguns centímetros cúbicos numa forma tridimensional, colorida sombria e luminosa.

 

A Fé Materialista

A informação que apresentámos até aqui mostra-nos que a teoria da evolução é uma afirmação evidentemente em desacordo com as descobertas científicas. A afirmação da teoria a respeito da origem da vida é inconsistente com a ciência, os mecanismos evolutivos que propõe não têm qualquer poder evolutivo, e os fósseis demonstram que as formas intermediárias exigidas pela teoria nunca existiram. Assim, segue-se certamente que a teoria da evolução deve ser posta de parte como uma ideia não científica. É por isto que ideias como a do modelo do universo com a terra como centro, têm sido refutadas pela ciência através da história.

Contudo, a teoria da evolução está prementemente mantida na agenda da ciência. Algumas pessoas tentaram até representar críticas directas contra a teoria como um “ataque à ciência”. Porquê?

A razão é porque a teoria da evolução é uma crença dogmática indispensável para alguns círculos. Estes círculos estão cegamente devotados à filosofia materialista e adoptam o Darwinismo porque é a única explicação materialista que pode ser proposta para o trabalho da natureza.

Suficientemente interessante, eles confessam também este facto de tempos a tempos. Um genéticista bem conhecido, Richard C. Lewontin da Universidade de Harvard, confessa que ele é  “em primeiro lugar um materialista e depois um cientista”.

“Não é que os métodos e as instituições da ciência nos compelem, de certo modo, a aceitar uma explicação materialista do mundo fenomenológico, mas, pelo contrário, que nós somos forçados pela nossa aderência a priori a causas materiais a criar um aparelho de investigação e um conjunto de conceitos que produzem explicações materiais, não obstante quão contra intuitivas, não obstante quão mistificantes para os não iniciados. Além disso, esse materialismo é absoluto, pelo que não podemos permitir um Pé Divino na porta.” 28

Estas são afirmações explícitas de que o Darwinismo é um dogma mantido vivo para bem da aderência à filosofia materialista. Este dogma mantém que não existe nenhum ser salvo matéria. Assim, afirma que a matéria inanimada, inconsciente criou a vida. Insiste que milhões de espécies vivas diferentes, por exemplo, aves, peixes, girafas, tigres, insectos, árvores, flores, baleias e seres humanos, originaram-se como resultado de interacções entre a matéria tal como a chuva torrencial, o relâmpago, etc., como resultado da matéria inanimada. Contudo, os Darwinistas continuam a defendê-lo exactamente assim como “não permitir um Pé Divino na porta”.

Qualquer um que não olhe para a origem dos seres vivos com um preconceito materialista verá esta verdade evidente: todos os seres vivos são obras de um Criador, o Qual é Todo-Poderoso, Sabedor e Conhecedor. Este Criador é Allah, Quem criou todo o universo a partir da não existência, o desenhou da mais perfeita forma e moldou todos os seres vivos.                   

 
      

9. Hugg Ross, A Impresso Digital de Deus, pg. 50
10. Sidney Fox, Klaus Dose, A Evoluo Molecular e a Origem da Vida, Nova lorque: Marcel Dekker, 1977, pg. 2
11. Alexander I. Oparin, A Origem da Vida, (1936) Nova Iorque, Publicaes Dover, 1953 (Reimpresso), pg. 196
12. Nova Evidncia na Evoluo da Atmosfera Primordial e da Vida, Boletim da Sociedade Meteorolgica Americana, vol. 63, Novembro 1982, pg. 1328-1330.
13. RStanley Miller, A Evoluo Molecular da Vida: Estado Corrente da Sintese Prebitica de Pequenas Molculas, 1986, pg. 7
14. Jeffrey Bada, Terra, Fevereiro 1998, pg. 40
15. Leslie E. Orgel, A Origem da Vida na Terra, Scierntific American, Vol. 271, Outubro 1994, pg. 78
16. Charles Darwin, A Origem das Espcies: Um Fac-smile da Primeira Edio, Harvard University Press, 1964, pg. 189
17. Charles Darwin, A Origem das Espcies: Um Fac-smile da Primeira Edio, Harvard University Press, 1964, pg. 184
18. B.G. Ranganathan, Origens? Pensilvnia: O Estandarte da Verdadeira Confiana, 1988
19. Charles Darwin, A Origem das Espcies: Um Fac-smile da Primeira Edio, Harvard University Press, 1964, pg. 179
20. RDerek Ager, A Natureza do Registo Fssil, Procedimentos da Associao Geloga Britnica, vol. 87, 1976, pg. 133
21. Douglas J. Futuyma, A Cincia Experincia, Nova Iorque: Pantheon Books, 1983, pg. 197
22. BSolly Zuckerman, Para Alm da Torre de Marfim, Nova Iorque: Toplinger Publications. 1970, ss. 75-94; Charles E. Oxnard, O Lugar das Espcies Austrolopitecas na Evoluo Humana: Campos para Dvida, Natureza, Vol. 258, pg. 389
23. J. Rennie, O Actual Buldogue de Darwin: Ernst Mayr, Scientific American, Dezembro, 1992
24. Alan Walker, Science, vol. 207, 1980, pg. 1103; A.J. Kelso, Antropologia Fsica, 1a Ed., Nova Iorque: J. B. Lipincott Co., 1970, pg. 221; M. D. Leakey, O Desfiladeiro Olduvai, vol. 3, Cambridge: Cambridge University Press, 1971, pg. 272
25. (25) Time, Novembro 1996
26. S. J. Gould, Natural History, vol. 85, 1976, pg. 30
27. Solly Zuckerman, Para Alm da Torre de Marfim, Nova Iorque: Toplinger Publications, 1970, pg. 19
28. Richard Lewontin, O Mundo Perseguido Pelo Demnio, The New York Review of Books, 9 de Janeiro, 1997, pg. 28

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